O poema é de A. Monteiro da Fonseca
"Por bem simples que seja a obra, faz
Pois sempre é obra tua, e é mais uma...
Vale mais de alguma coisa ser capaz.
Que afinal não fazer coisa nenhuma.
E se alguém te disser que é incompleta
Diz-lhe que não se admire, pois é tua,
Não soubeste fazê-la mais perfeita
Porém, que faça melhor ele a sua"
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
E porque também é importante - A classificação taxonómica
Classificação:
Reino Animalia
Filo Chordata (com coluna vertebral)
Classe Mammalia (mamíferos)
Ordem Lagomorpha
Familia Leporidae
Sub-familia Leporinae
Género Oryctolagus
Espécie cuniculus
Existem, dentro da sub- família dos coelhos, vários géneros
- Lepus (lebres)
- Macrotalagus (coelhos com as patas de trás como as lebres)
- Sylvilagus (coelho americano)
- Coprolagus (coelho asiático)
- Nesolagus (Sumatra)
- Brachylagus (coelho pigmeu)
- Oryctolagus (coelho)
O coelho pigmeu não é o coelho anão. O coelho anão pertence ao género e espécie do coelho doméstico.
Reino Animalia
Filo Chordata (com coluna vertebral)
Classe Mammalia (mamíferos)
Ordem Lagomorpha
Familia Leporidae
Sub-familia Leporinae
Género Oryctolagus
Espécie cuniculus
Existem, dentro da sub- família dos coelhos, vários géneros
- Lepus (lebres)
- Macrotalagus (coelhos com as patas de trás como as lebres)
- Sylvilagus (coelho americano)
- Coprolagus (coelho asiático)
- Nesolagus (Sumatra)
- Brachylagus (coelho pigmeu)
- Oryctolagus (coelho)
O coelho pigmeu não é o coelho anão. O coelho anão pertence ao género e espécie do coelho doméstico.
Os lion-head, a minha primeira raça
Por vezes, quando não tem juba dizemos que não é lion. Isso não é verdade, já que devido à raça ser tão recente, existe ainda muita diferença entre os exemplares que criamos.
Outras vezes somos enganados, já que um cruzamento de um coelho angorá com um coelho normal, dá normalmente um coelho cabeludo parecido com um lio-head.
Os lion - head ( cabeça de leão ) são animais de estimação por excelência. Trata-se de um animal equilibrado, alegre e brincalhão, no entanto não exige que se esteja constantemente a dar atenção, pois brinca apenas quando lhe é solicitado. Adora festas.
A manutenção do seu pelo é relativamente fácil, pois o seu pelo não é lanoso, necessitando apenas de cuidados especiais com a juba e com os pelos que se encontram nos quartos traseiros.
Muitas vezes os lion perdem a juba ao chegar à idade adulta, por isso, se pretende criar é preferivel usar as fêmeas que a mantenham.
Normalmente os machos possuem jubas mais densas que as fêmeas. As fêmeas têm uma maior tendência a perder a juba.
Os lion foram criados a partir de várias raças como o "swiss fox", o "belgian dwarf" e o "jersey wooley".
Dado ser uma raça bastante recente, ainda não se conseguem garantir a qualidade da descendência, sendo esta apenas visível ao atingir a idade adulta.
ESTALÃO (inglês)
Estrutura: Corpo arredondado e bem preenchido com testa e cara bem desenvolvidas. Pernas de tamanho médio e não muito finas. Deve manter a postura corporal suficientemente alta para que se veja o queixo e o peito.
Orelhas: Não devem exceder os 8 cm de comprimento, bem cobertas de oelos curtos. Devem apresentar-se erectas.
Olhos: devem ser arredondados, proeminentes e brilhantes. Podem ser vermelhos, azuis, ou das cores que correspondam ao standart da cor.
Juba: Deve ter entre 5 e 8 cm de comprimento, formando um circulo em torno da cabeça e acabando em "V" na zona do pescoço, caindo naturalmente pelo meio das orelhas. Deve ser mais longo nas bochechas e peito.
Revestimento: O pelo deve ser denso, de comprimento médio e de tamanho igual ao longo de todo o corpo. Permite-se um pouco de pelo nos flancos traseiros.
Cor: Todas as cores e padrões são aceites, desde que sejam reconhecidas nos standarts gerais.
Faltas: pelo lanoso, cabeça demasiaso fina, cor mal marcada, quantidade de pelo excessiva no corpo e nos flancos.
Desqualificação: Maloclusão, pelo excessivo nas orelhas, olhos "lisos" ( não proeminentes), falta de juba e peso superior a 1700 g.
Dado a idade da raça, o standart ainda se encontra em estudo, podendo ser alterado

A coelha da foto anterior foi um dos exemplares mais perfeitos que criei, no entanto não consegui criar com ela,já que infelizmente a rosário morreu envenenada com uma erva que não era suposto ter comido.
espero que este artigo esclareça algumas dúvidas relativamente aos lion-head
Outras vezes somos enganados, já que um cruzamento de um coelho angorá com um coelho normal, dá normalmente um coelho cabeludo parecido com um lio-head.
Os lion - head ( cabeça de leão ) são animais de estimação por excelência. Trata-se de um animal equilibrado, alegre e brincalhão, no entanto não exige que se esteja constantemente a dar atenção, pois brinca apenas quando lhe é solicitado. Adora festas.
A manutenção do seu pelo é relativamente fácil, pois o seu pelo não é lanoso, necessitando apenas de cuidados especiais com a juba e com os pelos que se encontram nos quartos traseiros.
Muitas vezes os lion perdem a juba ao chegar à idade adulta, por isso, se pretende criar é preferivel usar as fêmeas que a mantenham.
Normalmente os machos possuem jubas mais densas que as fêmeas. As fêmeas têm uma maior tendência a perder a juba.
Os lion foram criados a partir de várias raças como o "swiss fox", o "belgian dwarf" e o "jersey wooley".
Dado ser uma raça bastante recente, ainda não se conseguem garantir a qualidade da descendência, sendo esta apenas visível ao atingir a idade adulta.
ESTALÃO (inglês)
Estrutura: Corpo arredondado e bem preenchido com testa e cara bem desenvolvidas. Pernas de tamanho médio e não muito finas. Deve manter a postura corporal suficientemente alta para que se veja o queixo e o peito.
Orelhas: Não devem exceder os 8 cm de comprimento, bem cobertas de oelos curtos. Devem apresentar-se erectas.
Olhos: devem ser arredondados, proeminentes e brilhantes. Podem ser vermelhos, azuis, ou das cores que correspondam ao standart da cor.
Juba: Deve ter entre 5 e 8 cm de comprimento, formando um circulo em torno da cabeça e acabando em "V" na zona do pescoço, caindo naturalmente pelo meio das orelhas. Deve ser mais longo nas bochechas e peito.
Revestimento: O pelo deve ser denso, de comprimento médio e de tamanho igual ao longo de todo o corpo. Permite-se um pouco de pelo nos flancos traseiros.
Cor: Todas as cores e padrões são aceites, desde que sejam reconhecidas nos standarts gerais.
Faltas: pelo lanoso, cabeça demasiaso fina, cor mal marcada, quantidade de pelo excessiva no corpo e nos flancos.
Desqualificação: Maloclusão, pelo excessivo nas orelhas, olhos "lisos" ( não proeminentes), falta de juba e peso superior a 1700 g.
Dado a idade da raça, o standart ainda se encontra em estudo, podendo ser alterado
A coelha da foto anterior foi um dos exemplares mais perfeitos que criei, no entanto não consegui criar com ela,já que infelizmente a rosário morreu envenenada com uma erva que não era suposto ter comido.
espero que este artigo esclareça algumas dúvidas relativamente aos lion-head
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Cores e Padrões de Coelhos
Existem diversas cores bases nos coelhos. No entanto, a combinação de cores e modo como se apresentam (padrões) tem uma nomenclatura complexa.
De qualquer modo, sem conhecimentos genéticos, a cor exacta do coelho é sempre difícil de identificar. No link seguinte pode efectuar as devidas comparações, tendo SEMPRE em atenção a descrição da cor e padrão.
O link refere-se a cores e padrões e não a raças.
http://www.rabbitcolors.info/gen.php
De qualquer modo, sem conhecimentos genéticos, a cor exacta do coelho é sempre difícil de identificar. No link seguinte pode efectuar as devidas comparações, tendo SEMPRE em atenção a descrição da cor e padrão.
O link refere-se a cores e padrões e não a raças.
http://www.rabbitcolors.info/gen.php
Os coelhos, as pilhas duracell e o coelhinho da Páscoa
Hoje apeteceu-me escrever sobre coelhos, afinal é um dos animais (logo a seguir aos cães, pintos e pombos) que mantenho há mais tempo. Ainda eu não era bem eu quando começou a minha história com os coelhos. Aos 4 anos recebo um coelho "de tacho" que insisto em não humanizar, mas sim "caninizar" (nova palavra buzilesca que incute características caninas a outro qualquer animal). Este coelho - o perna-longa (claro) foi o meu primeiro lagomorfo, habituado a andar desde cedo de trela, pelas ruas do Entroncamento. Era um coelhinho mal-educado que teimava em marcar com urina quem por ele passava e morder qualquer um que se aproximasse à excepção da criança maluca de 4 anos e tal que achava superior a si. Morre 11 anos depois, velho, cansado e epileptico, mas nem por isso menos companheiro ou menos coelho, ou mesmo menos mal-educado.
Parece não ter qualquer sentido esta mensagem e esta minha recordação, mas tem. Escrevo sobre agressividade nos coelhos. A agressividade nos coelhos é uma realidade muito mais frequente do que se possa pensar. Os coelhos não são animais sociais e são extremamente territoriais e se não soubermos dominar um coelho ou "ler" os pequenos sinais que nos enviam podemos mesmo ter um grande problema entre mãos. Deixamos de ter o coelhinho da Páscoa ou o cor-de-rosa das pilhas duracell e passamos a ter um verdadeiro Diabo da tansmânia com grandes demonstrações de força e poder por parte desta presa, que apesar de presa não lhe falta a coragem.
É necessário, antes de pensar em adquirir um coelho estudar um pouco sobre controlo de agressividade. Para isso há regras essenciais a seguir, como tratar um coelho como nosso subordinado e ter atitudes "próprias de coelho". Passo a explicar, os coelhos montam-se mutuamente para definir quem é mais forte - um dos modos de de controlar o nosso coelho é imobilizá-lo até que pare de se debater (temos de ter cuidado em como agarramos o coelho, já que é sensível), outra das regras essenciais é nunca ter medo. Se nos bate a pata por invadirmos o território, é invadirmos quantas vezes for necessário.
Além deste aspecto, a agressividade do coelho tende a ser um sinal de pouca estimulação mental, logo quando temos um coelho agressivo pode significar que há algo que estamos a fazer mal.
Há que existir consciência que o coelho fofinho é um animal como os outros que necessita da educação certa para a espécie certa.
Deixo aqui um artigo que, na generalidade, gosto bastante e é simples para quem nunca abordou este assunto.
http://www.rabbit.org/journal/2-2/mean-rabbit.html
Este é o dedo de uma amiga, após ataque de coelhinho fofinho. Seria evitável se se soubesse ler os sinais de agressividade
infelizmente tal n foi possível e ficou assim.
Parece não ter qualquer sentido esta mensagem e esta minha recordação, mas tem. Escrevo sobre agressividade nos coelhos. A agressividade nos coelhos é uma realidade muito mais frequente do que se possa pensar. Os coelhos não são animais sociais e são extremamente territoriais e se não soubermos dominar um coelho ou "ler" os pequenos sinais que nos enviam podemos mesmo ter um grande problema entre mãos. Deixamos de ter o coelhinho da Páscoa ou o cor-de-rosa das pilhas duracell e passamos a ter um verdadeiro Diabo da tansmânia com grandes demonstrações de força e poder por parte desta presa, que apesar de presa não lhe falta a coragem.
É necessário, antes de pensar em adquirir um coelho estudar um pouco sobre controlo de agressividade. Para isso há regras essenciais a seguir, como tratar um coelho como nosso subordinado e ter atitudes "próprias de coelho". Passo a explicar, os coelhos montam-se mutuamente para definir quem é mais forte - um dos modos de de controlar o nosso coelho é imobilizá-lo até que pare de se debater (temos de ter cuidado em como agarramos o coelho, já que é sensível), outra das regras essenciais é nunca ter medo. Se nos bate a pata por invadirmos o território, é invadirmos quantas vezes for necessário.
Além deste aspecto, a agressividade do coelho tende a ser um sinal de pouca estimulação mental, logo quando temos um coelho agressivo pode significar que há algo que estamos a fazer mal.
Há que existir consciência que o coelho fofinho é um animal como os outros que necessita da educação certa para a espécie certa.
Deixo aqui um artigo que, na generalidade, gosto bastante e é simples para quem nunca abordou este assunto.
http://www.rabbit.org/journal/2-2/mean-rabbit.html
Este é o dedo de uma amiga, após ataque de coelhinho fofinho. Seria evitável se se soubesse ler os sinais de agressividade
Associação Portuguesa do Coelho Anão
Ainda é um bebé, mas tem potencialidades.
Já se encontra online com algumas informações o site da associação portuguesa do coelho anão. É uma associação sem quotas, por isso, coelho lovers, toca a visitar
http://www.wix.com/Apcoelhosanoes/APCoelhosAnoes
Já se encontra online com algumas informações o site da associação portuguesa do coelho anão. É uma associação sem quotas, por isso, coelho lovers, toca a visitar
http://www.wix.com/Apcoelhosanoes/APCoelhosAnoes
Mamíferos exóticos para principiantes
este artigo foi escrito por mim e pela minha amiga Madalena Marques para uma revista. apesar de não falar directamente de coelhos, tem todo o sentido ser introduzido neste blog.
Temos assistido nos últimos anos, em Portugal, a um "Boom" de interesse por animais raros e exóticos. A razão para tal acontecer tem sido amplamente discutido, mas não é o verdadeiro motivo, para mim, claro. . Parece-me que passa por várias razões como de "Status" (o meu é melhor e mais raro que o teu); de "mestre - tratador prestigiado" (como não há informação disponível, eu sei mais que tu); por razões exibicionistas (estás a ver? eu tenho! não é ... diferente?); por preguiça e em busca do animal - tamagochi (come menos, dorme mais, suja menos, chateia menos... e se morrer logo nasce outro !!!) e por último, por interesse e paixão por determinadas espécies. Gostar da espécie pressupõe gostar do trabalho, gostar de criar ambientes fantásticos, manter (ser capaz de ) rotinas difíceis e complexas em termos de tratamento e manutenção, de se importar realmente com o as condições ambientais que se proporciona a determinado animal. É sobre os últimos tipo de donos que me quero debruçar e gosto de acreditar que se encontram em maioria.
No caso das espécies mais fáceis de encontrar e manter em condições ambientais favoráveis, temos o Hamster, o gerbo, a ratazana, o porquinho da índia e o coelho, não necessariamente por esta ordem em termos da dificuldade de manutenção, até porque depende do tipo de trabalho que o dono mais gosta de fazer. Se o hamster tem um cheiro mais intenso, o coelho (por exemplo) necessita de um espaço muito maior.
O hamster será porventura o mais fácil de encontrar e mais acessível em termos de custo inicial, embora não possa considerar que os restantes se encontrem fora do alcance da maioria das carteiras.
Se o hamster, porquinho e coelho são mais vulgares, os restantes exóticos, incluindo as ratazanas e os gerbos estão em franca ascensão na "lista" de animais mantidos para estimação, sendo cada vez mais apreciadas as suas qualidades.
Inicio aqui uma breve análise de cada um dos animais que proponho para principiantes a fim de se verificar os pontos essenciais para manutenção de cada um deles.
No caso do hamster,
existem à nossa disposição diversas espécies e variedades. As diferenças entre espécies devem ser tidas em consideração, já que se uns são gregários ou sociais, outros são solitários, assim como existe diferença entre necessidades de espécie para espécie.
Muita gente opta pelo hamster apenas por ser barato, pois quando morre, compra-se outro... (o que demonstra uma total falta de civismo). A meu ver, a todo o animal deve ser proporcionado uma vida digna com todas as condições necessárias ao seu bem estar. Embora os custos de manutenção deste animal sejam baixos, o seu alojamento e cuidados veterinários a que deve ter direito, podem tornar-se numa despesa significativa, logo há que ter em consideração as despesas extra, ANTES de decidir adoptar um (ou mais) hamster. Este tipo de reflexão pode, e deve, adequar-se a todo o animal que não pediu para nascer e se encontra em cativeiro.
No caso do hamster ( e em qualquer outro animal) o primeiro passo passa por reunir o maior número de informação fidedigna utilizando meios diversificados como internet, livros, revistas, conhecimentos provenientes de pessoas experientes, não esquecendo nunca que devemos fazer uma avaliação crítica de toda a informação que nos é apresentada.
O hamster é o mamífero exótico de estimação por excelência devido à facilidade de manutenção e á sua divulgação no mundo moderno. É indicado para principiantes e atractivo devido à quantidade de variedades, de cores e de pelagens.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/621-hamsters.html
Como "contras" apenas vejo a questão do cheiro almíscarado que exalam, que se para alguns não faz qualquer diferença, para outros é verdadeiramente insuportável. Claro que mesmo para os mais sensíveis, a manutenção do alojamento em condições de salubridade óptimas atenuam ou quase eliminam qualquer odor.
Também deve ser considerada a questão da agressividade, embora a escolha de um bom exemplar proveniente de um bom criador, reduza exponencialmente a possibilidade de levar um "refilão" para o seio da nossa família.
Onde comprar um hamster?
Prefira ambientes caseiros e criadores considerados competentes na área. Muitas vezes a diferença de preço não é significativa e o carácter do animal é completamente diferente. É importante também tentar obter um animal de características morfológicas correctas e de carácter equilibrado a fim de combater as pragas de "criadores de vão de escada" que se tem observado, de pessoas sem escrúpulos que tanto se lhes dá que a progenitora seja bem ou mal tratada ou que tenha crias até à exaustão, pois afinal "só custou 5 euros". Escolher um hamster habituado ao maneio facilitará também a relação a ser criada com o mesmo.
Como escolher?
Apesar de existir um ou outro que chama mais a atenção, principalmente se estiver em minoria na ninhada (como por exemplo um creme numa ninhada de pretos), devemos prestar atenção primordial ao estado do animal. Deve ter os olhos brilhantes sem quaisquer mucos, inflamações ou lacrimejantes. O pelo deve estar brilhante, sem sujidade, falhas, feridas ou pústulas. Deve ter os dentes amarelos (quanto mais idade tiver, mais amarelos devem ser). O seu comportamento diurno deverá ser mais calmo e com mais horas de sono, devendo, no entanto, reagir ao toque. Não deve ser agressivo nem demasiado amorfo.
As questões mais frequentes sobre hamsters aparecerão explicadas na bibliografia que consultar, já que as informações sobre os mesmos estão de sobremaneira estudadas e divulgadas nos mais diversificados suportes.
Outro dos animais indicados para principiantes é o gerbo da mongólia cuja vantagem se centra na quase total ausência de odores desagradáveis, dada a origem desértica do mesmo. O gerbo é sociável e curioso por natureza, sendo um animal indicado para crianças ( que tenham sido devidamente educadas a lidar com animais deste porte), jovens e adultos. A maior desvantagem do gerbo (para grande parte dos indivíduos) é a existência de cauda comprida, que causa uma certa repugnância em muita gente. Outro dos "contras" do gerbo é que são "roedores - natos", os "ases da destruição", logo, qualquer material de madeira ou plástico será roído.
O gerbo, é para mim, um dos animais mais simples de manter se conhecermos os cuidados básicos que devemos prestar a esta espécie.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/614-gerbo-da-mongolia.html
Como escolher um gerbo?
Devemos ter em atenção as mesmas características enunciadas nos hamster, tendo especial atenção a faltas de pelo na base da cauda.
Os gerbos têm vindo a ganhar terreno no campo do animal de estimação ideal, devido à sua meiguice e facilidade de manutenção. A sua variedade de cores e padrões, também é muito apelativa.

Passo à minha terceira escolha para principiantes e a minha favorita, a ratazana. Apesar da péssima fama da ratazana devido à associação com o lixo e com um vector transmissor de doença especialmente ligada à peste bubónica (malditas pulgas), a ratazana tem vindo a crescer como animal de estimação devido às apelativas características que apresenta.
A ratazana é uma excelente companhia especialmente devido à inteligência superior se comparada com alguns dos restantes roedores e capacidade de interacção com o ser humano. Apesar da associação passada, a ratazana é um animal bastante limpo, cuidando da sua higiene diária com muito afinco (tal como um gato).
O maior "contra" que vejo na ratazana (isto na minha opinião) cinge-se ao facto de ser um roedor de porte médio, logo, especialmente se for macho, necessita de um alojamento de dimensões razoáveis (adequadas) e de limpeza regular. Convém também ter muito cuidado com a escolha do criador e exemplar. A ratazana deve ser escolhida de modo a que tenham sido excluídos de criação (na medida possível) a maior parte dos problemas de saúde e de agressividade.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/620-ratazana.html
Todos os conselhos dados anteriormente para a escolha dos outros mamíferos são comuns à ratazana, no entanto, neste animal deve também prestar atenção à existência de borbulhas nas orelhas e cauda (sinais de sarna sarcópica) e de "cauda quadrada" ao invés da cauda roliça (sinais de sub-nutrição).
Passo à minha quarta escolha para principiantes, o porquinho. Sem dúvida um dos que apresenta menos problemas em termos de agressividade. O porquinho é apelativo devido ao seu tamanho, facilidade de maneio e grande capacidade de comunicação. Claro, que devido ao seu porte, será necessário um alojamento de grandes dimensões e trabalho na limpeza de modo a manter um bom nível de higiene e de salubridade.
http://capi-portugal.com/
Quando, onde e como?
Em Portugal já existe um clube devidamente legalizado que trabalha com as raças de porquinho da índia, dinamizando exposições e lutando para que a criação de porquinhos seja feita de forma adequada. Nada melhor que pedir a lista de criadores ao respectivo clube para encontrar um exemplar.
Em termos de saúde o porquinho da índia deve ter sempre os olhos límpidos e brilhantes sem quaisquer infecções purulentas. O pelo deve estar limpo, sem caspa, falhas, feridas ou piolho. As patas devem apresentar uma cor normal sem feridas, bolhas ou calosidades. As unhas não se devem encontrar retorcidas.
Por último escolhi o coelho. Não fazendo parte dos roedores e sim dos lagomorfos, encontra-se ainda dentro dos animais adequados para principiantes nos mamíferos exóticos de fácil manutenção. Apenas o seu porte o torna num animal um pouco mais complicado que os anteriores, dado que devemos suprir as suas necessidades em termos de espaço.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/619-coelho.html
Dado que até à data ainda não existe uma entidade portuguesa responsável por esta espécie, há que procurar um criador que se responsabilize pela saúde das crias (e dos progenitores) e que mantenha os seus coelhos vacinados contra as doenças que os afectam (como a mixomatose e a febre hemorrágica viral).
O coelho que escolher deve ter os olhos límpidos e não apresentar altos ou hematomas especialmente se se localizarem nos olhos, orelhas e mucosas. todas as indicações em relação a falhas de pelo e feridas são válidas e deve-se prestar atenção à colocação dos dentes (dentes compridos demais ou tortos significa problemas).
Lembre-se que cada um dos animais anteriores tem uma esperança média de vida entre 2 a 4 anos, à excepção dos de maior porte que podem atingir os 10 anos de idade. Está preparado para dividir o seu tempo com eles?
boas escolhas
Temos assistido nos últimos anos, em Portugal, a um "Boom" de interesse por animais raros e exóticos. A razão para tal acontecer tem sido amplamente discutido, mas não é o verdadeiro motivo, para mim, claro. . Parece-me que passa por várias razões como de "Status" (o meu é melhor e mais raro que o teu); de "mestre - tratador prestigiado" (como não há informação disponível, eu sei mais que tu); por razões exibicionistas (estás a ver? eu tenho! não é ... diferente?); por preguiça e em busca do animal - tamagochi (come menos, dorme mais, suja menos, chateia menos... e se morrer logo nasce outro !!!) e por último, por interesse e paixão por determinadas espécies. Gostar da espécie pressupõe gostar do trabalho, gostar de criar ambientes fantásticos, manter (ser capaz de ) rotinas difíceis e complexas em termos de tratamento e manutenção, de se importar realmente com o as condições ambientais que se proporciona a determinado animal. É sobre os últimos tipo de donos que me quero debruçar e gosto de acreditar que se encontram em maioria.
No caso das espécies mais fáceis de encontrar e manter em condições ambientais favoráveis, temos o Hamster, o gerbo, a ratazana, o porquinho da índia e o coelho, não necessariamente por esta ordem em termos da dificuldade de manutenção, até porque depende do tipo de trabalho que o dono mais gosta de fazer. Se o hamster tem um cheiro mais intenso, o coelho (por exemplo) necessita de um espaço muito maior.
O hamster será porventura o mais fácil de encontrar e mais acessível em termos de custo inicial, embora não possa considerar que os restantes se encontrem fora do alcance da maioria das carteiras.
Se o hamster, porquinho e coelho são mais vulgares, os restantes exóticos, incluindo as ratazanas e os gerbos estão em franca ascensão na "lista" de animais mantidos para estimação, sendo cada vez mais apreciadas as suas qualidades.
Inicio aqui uma breve análise de cada um dos animais que proponho para principiantes a fim de se verificar os pontos essenciais para manutenção de cada um deles.
No caso do hamster,
existem à nossa disposição diversas espécies e variedades. As diferenças entre espécies devem ser tidas em consideração, já que se uns são gregários ou sociais, outros são solitários, assim como existe diferença entre necessidades de espécie para espécie.
Muita gente opta pelo hamster apenas por ser barato, pois quando morre, compra-se outro... (o que demonstra uma total falta de civismo). A meu ver, a todo o animal deve ser proporcionado uma vida digna com todas as condições necessárias ao seu bem estar. Embora os custos de manutenção deste animal sejam baixos, o seu alojamento e cuidados veterinários a que deve ter direito, podem tornar-se numa despesa significativa, logo há que ter em consideração as despesas extra, ANTES de decidir adoptar um (ou mais) hamster. Este tipo de reflexão pode, e deve, adequar-se a todo o animal que não pediu para nascer e se encontra em cativeiro.
No caso do hamster ( e em qualquer outro animal) o primeiro passo passa por reunir o maior número de informação fidedigna utilizando meios diversificados como internet, livros, revistas, conhecimentos provenientes de pessoas experientes, não esquecendo nunca que devemos fazer uma avaliação crítica de toda a informação que nos é apresentada.
O hamster é o mamífero exótico de estimação por excelência devido à facilidade de manutenção e á sua divulgação no mundo moderno. É indicado para principiantes e atractivo devido à quantidade de variedades, de cores e de pelagens.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/621-hamsters.html
Como "contras" apenas vejo a questão do cheiro almíscarado que exalam, que se para alguns não faz qualquer diferença, para outros é verdadeiramente insuportável. Claro que mesmo para os mais sensíveis, a manutenção do alojamento em condições de salubridade óptimas atenuam ou quase eliminam qualquer odor.
Também deve ser considerada a questão da agressividade, embora a escolha de um bom exemplar proveniente de um bom criador, reduza exponencialmente a possibilidade de levar um "refilão" para o seio da nossa família.
Onde comprar um hamster?
Prefira ambientes caseiros e criadores considerados competentes na área. Muitas vezes a diferença de preço não é significativa e o carácter do animal é completamente diferente. É importante também tentar obter um animal de características morfológicas correctas e de carácter equilibrado a fim de combater as pragas de "criadores de vão de escada" que se tem observado, de pessoas sem escrúpulos que tanto se lhes dá que a progenitora seja bem ou mal tratada ou que tenha crias até à exaustão, pois afinal "só custou 5 euros". Escolher um hamster habituado ao maneio facilitará também a relação a ser criada com o mesmo.
Como escolher?
Apesar de existir um ou outro que chama mais a atenção, principalmente se estiver em minoria na ninhada (como por exemplo um creme numa ninhada de pretos), devemos prestar atenção primordial ao estado do animal. Deve ter os olhos brilhantes sem quaisquer mucos, inflamações ou lacrimejantes. O pelo deve estar brilhante, sem sujidade, falhas, feridas ou pústulas. Deve ter os dentes amarelos (quanto mais idade tiver, mais amarelos devem ser). O seu comportamento diurno deverá ser mais calmo e com mais horas de sono, devendo, no entanto, reagir ao toque. Não deve ser agressivo nem demasiado amorfo.
As questões mais frequentes sobre hamsters aparecerão explicadas na bibliografia que consultar, já que as informações sobre os mesmos estão de sobremaneira estudadas e divulgadas nos mais diversificados suportes.
Outro dos animais indicados para principiantes é o gerbo da mongólia cuja vantagem se centra na quase total ausência de odores desagradáveis, dada a origem desértica do mesmo. O gerbo é sociável e curioso por natureza, sendo um animal indicado para crianças ( que tenham sido devidamente educadas a lidar com animais deste porte), jovens e adultos. A maior desvantagem do gerbo (para grande parte dos indivíduos) é a existência de cauda comprida, que causa uma certa repugnância em muita gente. Outro dos "contras" do gerbo é que são "roedores - natos", os "ases da destruição", logo, qualquer material de madeira ou plástico será roído.
O gerbo, é para mim, um dos animais mais simples de manter se conhecermos os cuidados básicos que devemos prestar a esta espécie.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/614-gerbo-da-mongolia.html
Como escolher um gerbo?
Devemos ter em atenção as mesmas características enunciadas nos hamster, tendo especial atenção a faltas de pelo na base da cauda.
Os gerbos têm vindo a ganhar terreno no campo do animal de estimação ideal, devido à sua meiguice e facilidade de manutenção. A sua variedade de cores e padrões, também é muito apelativa.
Passo à minha terceira escolha para principiantes e a minha favorita, a ratazana. Apesar da péssima fama da ratazana devido à associação com o lixo e com um vector transmissor de doença especialmente ligada à peste bubónica (malditas pulgas), a ratazana tem vindo a crescer como animal de estimação devido às apelativas características que apresenta.
A ratazana é uma excelente companhia especialmente devido à inteligência superior se comparada com alguns dos restantes roedores e capacidade de interacção com o ser humano. Apesar da associação passada, a ratazana é um animal bastante limpo, cuidando da sua higiene diária com muito afinco (tal como um gato).
O maior "contra" que vejo na ratazana (isto na minha opinião) cinge-se ao facto de ser um roedor de porte médio, logo, especialmente se for macho, necessita de um alojamento de dimensões razoáveis (adequadas) e de limpeza regular. Convém também ter muito cuidado com a escolha do criador e exemplar. A ratazana deve ser escolhida de modo a que tenham sido excluídos de criação (na medida possível) a maior parte dos problemas de saúde e de agressividade.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/620-ratazana.html
Todos os conselhos dados anteriormente para a escolha dos outros mamíferos são comuns à ratazana, no entanto, neste animal deve também prestar atenção à existência de borbulhas nas orelhas e cauda (sinais de sarna sarcópica) e de "cauda quadrada" ao invés da cauda roliça (sinais de sub-nutrição).
Passo à minha quarta escolha para principiantes, o porquinho. Sem dúvida um dos que apresenta menos problemas em termos de agressividade. O porquinho é apelativo devido ao seu tamanho, facilidade de maneio e grande capacidade de comunicação. Claro, que devido ao seu porte, será necessário um alojamento de grandes dimensões e trabalho na limpeza de modo a manter um bom nível de higiene e de salubridade.
http://capi-portugal.com/
Quando, onde e como?
Em Portugal já existe um clube devidamente legalizado que trabalha com as raças de porquinho da índia, dinamizando exposições e lutando para que a criação de porquinhos seja feita de forma adequada. Nada melhor que pedir a lista de criadores ao respectivo clube para encontrar um exemplar.
Em termos de saúde o porquinho da índia deve ter sempre os olhos límpidos e brilhantes sem quaisquer infecções purulentas. O pelo deve estar limpo, sem caspa, falhas, feridas ou piolho. As patas devem apresentar uma cor normal sem feridas, bolhas ou calosidades. As unhas não se devem encontrar retorcidas.
Por último escolhi o coelho. Não fazendo parte dos roedores e sim dos lagomorfos, encontra-se ainda dentro dos animais adequados para principiantes nos mamíferos exóticos de fácil manutenção. Apenas o seu porte o torna num animal um pouco mais complicado que os anteriores, dado que devemos suprir as suas necessidades em termos de espaço.
http://www.mundodosanimais.com/portal/mamiferos/artigos/619-coelho.html
Dado que até à data ainda não existe uma entidade portuguesa responsável por esta espécie, há que procurar um criador que se responsabilize pela saúde das crias (e dos progenitores) e que mantenha os seus coelhos vacinados contra as doenças que os afectam (como a mixomatose e a febre hemorrágica viral).
O coelho que escolher deve ter os olhos límpidos e não apresentar altos ou hematomas especialmente se se localizarem nos olhos, orelhas e mucosas. todas as indicações em relação a falhas de pelo e feridas são válidas e deve-se prestar atenção à colocação dos dentes (dentes compridos demais ou tortos significa problemas).
Lembre-se que cada um dos animais anteriores tem uma esperança média de vida entre 2 a 4 anos, à excepção dos de maior porte que podem atingir os 10 anos de idade. Está preparado para dividir o seu tempo com eles?
boas escolhas
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